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sábado, 24 de julho de 2010

Depois de 'Bela, a feia', Giselle Itié faz fotos ousadas ‎

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A capa da revista "VIP" de agosto traz a musa Giselle Itié, que está engatando carreira internacional a partir de sua participação no longa “Os Mercenários”, ao lado de Sylvester Stallone.

Além de fotos carregadas na sensualidade que também recheiam a edição, ela também concedeu uma entrevista, na qual fala sobre o novo filme, boa forma e o namoro com o ator Caio Junqueira.

Veja abaixo, alguns trechos da entrevista de Giselle Itié à “Vip”:

O que você tem da Sandra [sua personagem em “Os Mercenários]?
Eu sou muito humana. Às vezes eu esqueço o meu lado para pensar nos outros. Não que eu seja santa, tenho vários defeitos.

Qual é o mais grave deles?
Eu tenho vários, não sei qual é o mais elevado. [Pensa] Tem defeitos que você permite que apareçam somente para a família. Eu sou muito geniosa, sabe? Quando quero algo, eu vou, entendeu? Quando não é do jeito que eu imaginava, eu não consigo acreditar. Vou até o fim.

Como foi o processo para ser a Sandra? Você foi selecionada entre 30 atrizes, como Cleo Pires, Juliana Paes...
Foi delicioso. Eu sempre fui muito grata por tudo. Primeiro, pela produtora ter lembrado de mim para me apresentar para o Stallone. Depois, por conhecê-lo, pela possibilidade de fazer um teste. Aí fiz – fiquei uma semana estudando, muito feliz. Pensava: “Mesmo se não rolar, cheguei a fazer o teste!” Por isso agradeço muito. Depois, ser uma entre as finalistas...

Por que foi escolhida?
Destino? [Risos] Quando eu li o roteiro e vi que o nome era Sandra, pensei: “Genial”. Acredito muito em destino, sinais. E em garra. Eu queria muito esse papel. Gostei muito do roteiro, das tiradinhas escondidas antes de cada luta e tal.

Stallone afirmou que precisava de “uma mulher forte” para viver a Sandra. Você é forte?
Eu sou uma pessoa forte. Primeiro, eu tenho uma base forte: família. E sei o que quero, sei que caminho eu tenho que seguir e, mesmo quando alguns momentos parecem confusos, eu não desisto. Tento sempre resolver tudo com muita tranquilidade e positividade. Afinal, é enfrentando as crises que nos tornamos pessoas mais fortes.

Foi mais complicado ser torturada no filme, ficar feia em Bela, a Feia ou fazer nudez em Mandrake?
Nudez. Foi bem difícil. É muito doido isso. Foi complicado não na hora da filmagem, mas no laboratório. Eu sabia o quanto seria difícil para mim. Fiquei um mês trabalhando com Maria Clara Fernandes e ela me ajudou. Na hora H, de filmar, juro por Deus, eu não estava lá: a Amparo estava. Derrubei todas as armaduras. Eu sabia que vários sentimentos iriam me prejudicar para fazer a Amparo.

Quais sentimentos?
Eu acho bonito o nu, mas não gosto da maneira como o tratam. Muitas vezes o corpo humano vira vulgaridade, e eu não gosto dessa leitura. Quando estudei a Amparo, consegui fazê-la porque eu entendi a sua essência, a sua personalidade. Muitos podem dizer que uma ninfomaníaca é uma mulher que acredita no amor livre. Mas não podemos esquecer que ninfomania é uma doença.

Seu namoro com o Caio Junqueira foi bem repercutido pela mídia. Como lida com a imprensa?
É o primeiro ator que eu namoro. Já tive receio de namorar ator porque seríamos duas pessoas com vida pública. E também nunca havia encontrado alguém por quem eu me apaixonasse. Ele e eu não somos de festas. A gente curte ir para a casa dos amigos, restaurantes, chamar o pessoal para ir em casa. A gente não curte fazer entrevistas juntos. Não tem por quê, a menos que a gente faça um trabalho juntos, um filme, uma peça, aí tudo bem. Não gosto de fazer mídia da minha vida pessoal.

Você teve de emagrecer quatro quilos para o papel de Sandra. Como cuida do corpo?
Depende dos trabalhos na verdade. Eu adoro comer – de junk food a massas. Gosto de comer bem. Se eu vou ter um ensaio, eu pego leve, mas geralmente eu não tenho problemas em comer besteiras. Quando sinto que a calça tá apertada, que a blusa tá apertada, eu dou uma maneirada: não como carboidrato à noite. Também faço aeróbico e pilates.

E, como boa mexicana, coloca pimenta em tudo?
Tudo. Toda hora. Manga com pimenta e limão, melancia com pimenta e limão...

Judô e boxe? Você é violenta, explosiva?

Não. Depende da situação. Se estão xingando a minha mãe, eu vou para cima [risos]. Já aconteceu de eu dar murro no sofá, mas isso quando eu estou muito... [levanta a mão acima da cabeça, mostrando “além do limite”]. Acredito muito em acordar, falar bom dia para todos... Já aconteceu de eu encontrar alguém na minha rotina e a pessoa querendo matar um, e aí você diz bom dia, brinca, dá um sorriso e, quando percebe, a pessoa está mais calma.

Você está com 28 anos e em uma posição profissional bastante elevada. Até onde a Giselle pretende chegar em Hollywood?
O que eu pretendo é poder sempre crescer, trabalhar... Não importa onde e sim a qualidade do trabalho!

Mas tem um sonho como ganhar um Oscar?
Seria muita pretensão da minha parte sonhar com o Oscar agora.

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